A Rota dos Castelos da Baviera

Neuschwanstein costuma ser o motivo que leva a maioria dos visitantes até essa parte da Baviera, mas a região reúne outros castelos e vilarejos que rendem bem mais do que um único dia de viagem.
Hohenschwangau, o castelo vizinho
Hohenschwangau, onde o próprio rei Luís II passou a infância, fica numa colina próxima, visível de dentro de Neuschwanstein — dá para visitar os dois castelos no mesmo dia, mas vale reservar ingresso para ambos com antecedência, já que os horários de visita guiada de cada um não sempre se encaixam bem juntos.
Füssen, a cidade-base da região
Füssen, a cidade mais próxima dos dois castelos, tem centro histórico próprio que vale uma caminhada antes ou depois da visita aos castelos — ruas estreitas, fachadas pintadas e uma abadia barroca que costuma ficar fora do roteiro de quem vem só para os castelos.
Vale saber: Füssen fica no ponto final da Romantische Straße (Estrada Romântica), rota turística que liga vários vilarejos históricos da Baviera — vale considerar estender a viagem por ela se o tempo permitir.
Outros pontos que valem o desvio
- Lago Alpsee, aos pés de Neuschwanstein, com trilha de caminhada ao redor
- Wieskirche, igreja barroca isolada no campo, Patrimônio Mundial da UNESCO
- Oberammergau, vilarejo conhecido pelas fachadas pintadas à mão
| Parada | Por que vale |
|---|---|
| Hohenschwangau | Segundo castelo, visível do primeiro |
| Füssen | Centro histórico e base de hospedagem |
| Wieskirche | Patrimônio da UNESCO, fora do circuito principal |
Se Neuschwanstein é a parada principal do roteiro, nosso texto sobre por dentro do castelo cobre o que esperar da subida e da visita guiada.
No fim, essa parte da Baviera rende mais para quem reserva pelo menos dois dias na região, em vez de tratar Neuschwanstein como parada de algumas horas saindo de Munique — os castelos vizinhos e os vilarejos ao redor merecem tempo próprio, não só o resto do dia depois do castelo principal.